01 outubro 2009

we all rock along - cap 5




Capítulo 5 - Realizados


Milagrosamente, Gwen sobreviveu ao acidente. Carter saiu desesperado pela rua, tomou Gwen em seus braços, e gritava seu nome, pedindo pra ela o responder. o dono da lanchonete chamou uma ambulância.
Gwen só retomou à consciência quando estava no hospital. o médico e enfermeiros resolveram a dor, e cuidavam do resto do tratamento. Gwen precisou ficar no hospital, mas teria alta em breve. os médicos descobriram logo sobre sua gravidez, mas encontraram também complicações. todos os seus amigos já estavam empuleirados na sala de espera, preocupadíssimos. então uma enfermeira veio até eles com a seguinte notícia:

— temos tudo sob controle. ela vai ficar bem. foi um acidente grave, uma batida forte, mas ela não corre perigo. porém, como devem saber, ela estava esperando um bebê. mas infelizmente, ele não resistiu ao acidente.
— ela perdeu o bebê? — gritou Carter.
— sinto muito, mas sim. — respondeu a enfermeira.
— meu Deus! pelo menos ela está bem. — disse Carter.
— eu nem sabia que ela estava grávida. — disse Aaron.
— nossa! quando iam nos contar? — perguntou Chloe.
— bem, ela não queria ter o bebê mesmo. — explicou Lindsay.
— mesmo assim, é uma vida perdida. — disse Chloe.
— a Gwen tá bem, isso que importa, po. — disse Bart.

Todos ficaram em silêncio, depois de Carter suspirar e sentar novamente, com aflição nos olhos.
Depois de ficarem bastante tempo no hospital, Carter disse à todos que deviam retomar suas atividades normais, que não era preciso que todos ficassem ali. então, todos voltaram pra casa, mas Aaron ficou para fazer companhia à Carter.
Quando Gwen pôde falar com eles, já era quase madrugada. então Carter e Aaron entraram no quarto onde Gwen estava, quando os viu, Gwen abriu um grande sorriso.

— oi, meus amores — disse Gwen.
— oi, Gwen. voce tá melhor? — disse Carter.
— sim, melhor ainda agora — respondeu Gwen.
— Gwen, voce é forte pra caramba — disse Aaron.
— haha! parece que sim. — disse Gwen.
— olha, Gwen. a gente soube sobre o... bebê — disse Carter.
— ah! bem, eu não podia ter um bebê agora, mas também não queria que fosse assim. por outro lado, acho que foi melhor eu sofrer um acidente e perdê-lo, do que perdê-lo propositalmente.

Todos em casa, mal puderam dormir, preocupados com Gwen. Chloe já tinha desistido de tentar dormir e estava acordada vendo TV. estava feliz por ter começado à namorar com Amber, mas também triste pelo que aconteceu com Gwen. enquanto estava em sua cama, com mil pensamentos na cabeça, ouviu pedras batendo em sua janela. foi olhar o que era e viu Amber, tentando chamá-la, jogando pedras na janela. então abriu a janela e disse:

— por que sempre aparece quando eu menos espero?
— é um dom — respondeu Amber.
— rs. espera, eu vou abrir a porta.
Chloe desceu as escadas silenciosamente, na ponta dos pés, e logo abriu a porta para Amber, que se jogou em seus braços, beijando-a.

— posso dormir com voce hoje? — perguntou Amber.
— sempre que quiser. — respondeu Chloe.
— obrigada.

Elas subiram pro quarto de Chloe. ficaram conversando e se beijando. estavam cada vez mais apaixonadas. enquanto se beijavam, Amber ousou tirar a blusa de Chloe, lentamente. Amber se despiu e avançou para Chloe, que a beijou. mas Amber, parou, olhou para Chloe, e disse:

— voce tem certeza?
— sim, Amber — respondeu Chloe.
— voce é virgem?
— sim. quero que seja com voce.
— te amo, Chloe.
— te amo, Amber.

Então, Amber beijou Chloe, enquando a despia por completo. fazendo-a não pensar mais em nada, Amber descia com a língua pelas curvas de Chloe. foi uma noite realizadora para Chloe, assim como para Amber. transaram apaixonadamente. o tempo havia simplesmente parado para elas e o resto do mundo de repente, não importava mais.

Lindsay estava em seu quarto, tentando sem sucesso, dormir. então Bart entrou no quarto dela, parecendo irritado. acendeu a luz, o que fez Lindsay levantar para olhar.

— o que faz aqui, Bart? — perguntou Lindsay.
— queria conversar — respondeu Bart.
— tá louco? são quase 4h da manhã.
— ainda é uma boa hora pra conversar.
— o que é tão importante, Bart?
— ficar com voce.
— ahn? voce me vê todos os dias.
— mas não te toco. — Bart avançou e colocou a mão no rosto de Lindsay, que empurrou sua mão.
— Bart, o que voce tá fazendo?
— me beija, Lindsay.
— que que voce tá fumando, Bart?
— nada. eu só quero que você me beije.
— voce tá totalmente drogado, cara.
— talvez eu esteja. mas não importa, Lindsay. me beija. — Bart tentou beijá-la, mas Lindsay desviou e encheu Bart de tapas.
— sai daqui, Bart.
— não, Lindsay, desculpa. me dá uma chance. eu gosto de voce.
— voce gosta de mim? — Lindsay zombou.
— é sério, Lindsay. mas voce nunca olhou pra mim. sempre me tratou como um irmãozinho. precisei ficar noiado pra te falar. mas que droga!
— Bart, tá de brincadeira, né?
— eu pareço estar brincando?
Lindsay levantou da cama, e beijou Bart intensamente.
— não posso estragar nossa amizade. — disse Lindsay.
— isso não estragaria. — disse Bart.
então Lindsay o beijou novamente.

Carter e Aaron, dormiram na sala de espera do hospital. Carter acordou com o celular tocando. atendeu e era Jarred Braddock, seu possível empresário.

— desculpe pelo horário, Carter, mas eu precisava avisar de uma vez. é que estou aqui numa festa, com um produtor, ele gostou do som de voces e acho que se tocarem pra ele, podem fechar contrato com a gravadora. — disse Jarred, pelo telefone.
— o que? nossa! nem sei o que dizer, Jarred. olha, muito obrigado.
— ah que isso. eu realmente acredito que voces podem ir longe. vou marcar um dia pra voces conhecerem o produtor. se tiverem letras o suficiente, é só tocar pra ele, que voces fecham contrato logo. mas tem que ser o mais rápido possível, existem muitas bandas independentes por aí, que são ótimas, voce sabe.
— ah sim, perfeitamente. mas... temos um probleminha, Jarred. nosso baterista, quebrou o braço e está com ele engessado.
— ah não. olha, Carter, isso precisa ser logo. tem que arranjar um baterista pra se apresentar na gravadora, e rápido.
— mas não podemos substituir o Bart, não temos outro baterista. o braço dele vai ficar bom logo.
— se não estiver bom na semana que vem, sinto muito, mas arranjem outro ou o produtor aqui, vai partir pra outra, ele não tem tempo à perder, Carter.
— claro, claro. vamos dar um jeito. muito obrigado, cara.
— não há de que. abraço, Carter.
— abraço.

Carter desligou o telefone e suspirou se lamentando. Aaron, que também havia acordado, perguntou:

— o que foi, cara?
— era o Jarred. ele disse que a gente pode se apresentar pra um produtor, e fecharmos contrato com a gravadora.
— e por que esse desânimo, cara? isso é ótimo!
— é, mas tem que ser o mais rápido possível. e Bart tá com o braço quebrado. não pode tocar.
— ah droga! é mesmo.
— ele disse pra gente substituir. mas acho que o Bart fica bom logo.
— e o que vamos fazer?
— sei lá. mas não vamos substituir o Bart. ele é nosso amigo e a banda não é a mesma sem ele.



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