06 outubro 2009

we all rock along - episódio bônus

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Episódio Bônus - Noites em New York

Estava tarde, já passavam das 3 horas da manhã, mas ninguém conseguia dormir naquela grande casa. o dia tinha sido agitado para todos. depois de Bart ter ficado nu em plena Times Square e fugido dos guardas, todos passaram o resto da tarde procurando o amigo nudista. foi uma experiência bem divertida. Bart foi encontrado por Carter na Strawberry, já vestido. quando todos se reuniram novamente, Lindsay propôs que enchessem a cara e brindassem por estarem morando juntos. depois de estarem totalmente alterados e de terem feito coisas de que jamais se lembrariam, todos estavam caídos no chão, rindo de vez em quando sem nenhum motivo aparente. Chloe finalmente se levantou e puxou o braço de Lindsay, dizendo:

— vamos, Lindsay, levante.
— o que voce quer, Chloe? — perguntou Lindsay.
— vamos fazer alguma coisa.
— como o que?
— vamos sair. achar alguma festa, sei lá. a gente acha qualquer coisa.
— tá.
— vamos todos então. — disse Aaron.
— é. vamos à pé? — disse Gwen.
— sim, meu carro quebrou. — disse Carter.
— então vamos de táxi pra Friday Night Fever, aquela boate de sempre. — propôs Aaron.
— isso! vamos logo. — disse Bart.

Quando conseguiram um táxi, entraram nele rindo e gritando enlouquecidamente. Chegaram em frente à boate, mas não quiseram mais entrar. ficaram na calçada, bebendo e conversando sentados. de repente, uma freira apareceu na frente deles e pediu um pouco de vodka. completamente boquiabertos, eles quiseram saber por quê uma freira estaria àquela hora da madrugada, pedindo vodka em frente à uma boate. foi quando a distinta freira mostrou seu rosto por completo e revelou que era uma stripper fantasiada. ficaram impressionados, e se deram muito bem com a stripper. Bart já estava dormindo sentado. as meninas conversavam pretenciosamente com o segurança da boate. enquanto Carter e Aaron estavam com a stripper, numa conversa quente. logo, a stripper estava se pegando com os dois ao mesmo tempo, na calçada. as meninas conseguiram fazer com que o segurança as pagasse mais bebidas e pegaram seu número. entre beijos alucinados, Carter, Aaron e a stripper, participavam de uma cena que não se vê todo dia numa calçada.
Quando a stripper teve de ir embora, eles acordaram Bart e resolveram ir embora também. conseguiram carona com um estranho. enquanto estavam no carro, indo para casa, morriam de medo do motorista estranho. tentaram relaxar, mas quando chegaram no alto de uma enorme ladeira, com um muro no final, notaram que o motorista estava dormindo. entraram em desespero, gritavam loucamente. então Carter se enfiou por baixo do volante e apertou os freios com a mão. pediu para que todos saíssem do carro rapidamente. todos obedeceram, tiraram o motorista que não acordava de maneira alguma. então Carter saiu do carro, que não tinha mais condições de andar, mas esqueceu de puxar o freio de mão. enquanto o carro começou à andar lentamente, lembraram de Bart, que estava na mala do carro e havia pegado no sono. todos começaram à correr e gritar para Bart acordar e sair pela mala. o carro pegava cada vez mais velocidade e ia em direção ao muro. eles gritavam e gritavam, aflitos e impotentes, corriam tentando de algum jeito, ajudar o amigo. para alívio deles, Bart abriu a porta da mala, e pulou do carro, que já estava correndo a ladeira. Bart, então, caiu no asfalto, rolando a ladeira. até que Aaron chegou correndo e o segurou. quando todos chegaram perto de Bart, sentaram no chão, em volta dele, ofegantes.

— ai, graças à Deus. — disse Chloe.
— cara, o que aconteceu? — perguntou Bart, assustado.
— o maluco do motorista dormiu e a gente ia bater no muro. — disse Aaron.
— e porque só eu tava no carro?
— porque todo mundo conseguiu sair. mas não sabíamos que voce não tinha acordado com nossos gritos. — disse Carter.
— ai, quase morri, porra! — disse Bart.
— calma, cara. voce já tá bem. — disse Aaron, ajudando o amigo à se levantar.

Voltaram para casa andando. o céu já estava claro. passaram na Starbucks pra comprar cafés. quando chegaram em casa, se jogaram no jardim, cansados. o céu já estava claro. Carter entrou, pegou seu violão, e voltou para o jardim, onde todos estavam sentados. então Carter começou à tocar. enquanto ele cantava, todos acompanhavam numa incrível sincronia. parecia que nada poderia impedí-los quando estavam juntos. o dia mal havia começado e eles estavam cantando no jardim. nada importava enquanto estavam se divertindo. havia um sorriso verdadeiro no rosto de cada um. sabiam que estavam entre amigos de verdade e que tudo que vivessem ao lado deles valeria a pena. quando a música chegou ao fim, Carter deixou o violão de lado, olhou para todos e disse:

— todos nós arrasamos juntos.


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